28 Aug

52 Weeks of Honey – Week #25

Oii :)

Não tem jeito mesmo, são só minhas aulas começarem que eu sumo do blog. É que os dias são tão corridos e cansativos que quando dá 21h eu não penso em mais nada a não ser dormir, sendo que eu nem fiz tudo o que queria ter feito naquele dia.

Voltei hoje com mais uma foto. Não uma foto que representa essa semana, mas alguma semana do início do mês. Mas como esse projeto está mesmo todo atrasado, vou mudar ele e colocar as fotos a medida que eu for conseguindo.

Essa foi uma foto que eu tirei há algumas semanas atrás. :)

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Até breve eu espero. :)

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07 Aug

6 on 6 (Agosto 2014) Meu pandazinho

OIá :-)

Estou atrasada com o 6 on 6  >.<‘  Mas vamos lá.

Esse é o meu Panda. <3 Ele adora ler. O livro favorito dele é As Crônicas de Nárnia. E ele nunca se cansa de relê-lo. Ele adora a minha estante de livros e não há quem o tire de lá. Ele é um fofo!!!

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Espero que tenham gostado, ele ficou com muita vergonha para fazer essas fotos, mas eu disse a ele que todo mundo ia amá-lo com certeza <3 hehehe.

Meus companheiros de 6 on 6 são: (dá uma passadinha lá para conferir as fotos deles)

Thalles | Déia | Carla | Priscila | Sarah

Beijos.

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04 Aug

[Resenha] Memórias de um amigo imaginário de Matthew Dicks

Hoje vim falar sobre um livro que eu gostei muito: Memórias de um amigo imaginário do Matthew Dicks.

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Esse livro foi lançado pelo editora iD em 2012 e conta a história de Max, um garotinho de 8 anos e seu amigo imaginário Budo. Quem narra a história é o Budo. O Max tem autismo. O Budo tem 5 anos de existência, o que é algo muito grande para um amigo imaginário que geralmente tem uma vida curta porque logo as crianças que os imaginam deixam de acreditar neles, eles então deixam de existir.

Através dos olhos de Budo o leitor conhece tudo a respeito do Max e das pessoas que o cercam: os pais do Max, a escola, os colegas da escola, as professoras.

E além das preocupações em relação ao Max a preocupação com sua própria existência é algo que permeia muito a mente do Budo. Essa é uma coisa muito interessante desse livro, pois mesmo o Budo não sendo um ser que existe no mundo real, ele carrega muitas características humanas, o que faz com que o leitor se identifique com ele, pois ele tende a sofrer com inseguranças bem humanas como a incerteza da continuidade de sua existência.

Outra coisa legal do livro é que ele dá uma “enganada” no leitor. Você começa achando que é uma coisa e depois percebe que a real ameaça é completamente diferente da que o Budo achava que era. E é nesse ponto que o ritmo da leitura do livro muda, fica bem mais acelerada e é impossível deixar o livro de lado.

Os personagens são muito legais. Com os pais do Max a gente vê um embate pois o pai do Max não acha que ele seja diferente, acha que é só fase dele, que ele vai mudar, que não precisa de nenhum auxílio adicional. Mas a mãe do Max sabe que o Max é diferente das outras crianças e acredita que ele precisa de um acompanhamento específico para melhor se desenvolver.

A professora do Max a sr. Gosk é muito massa. É daquelas professoras que realmente se importam com todos os alunos que tem e querem passar coisas boas para eles.

É um livro de leitura rápida que faz refletir bastante. É leve, mas traz alguns temas mais profundos.

Indico muito. :)

Nota: 5 de 5
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02 Aug

Descendo o rio em uma boia

Como eu disse nesse post, durante as férias eu fiz uma coisa muito legal: desci o rio Balsas em uma boia. :-)

no rio

Meu pai estava trabalhando em Balsas, uma cidadezinha do interior do Maranhão, e eu fui lá ficar com ele uns dias. A cidade é banhada pelo rio Balsas e as pessoas por lá tem o costume de descer o rio em boias.

pai enchendo a boia(Pai enchendo a boia. Muito triste ver o tanto de
lixo que as pessoas jogam lá.)

A gente sai da cidade de carro numa viagem de uns 20 minutos indo na direção contrária à correnteza do rio. Até que chegamos num ponto, uma espécie de praiazinha em que enchemos as boias, vamos para o meio do rio e deixamos que ele nos leve de volta pra cidade. Essa é a ideia.

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Pode parecer assustador mas não é. O rio não tem uma largura muito grande, a correnteza dele não é muito forte, é bem fácil controlar a boia com os pés e as mãos para que a gente não vá parar em alguma parte indesejada ao longo do trajeto.

rio balsas(Esse é o rio Balsas, viu como não é muito largo?)

Foram 2 horas e 20 minutos de descida. Que só tinha meu pai e eu. A gente não viu pessoas ao longe do percurso, pois fizemos isso numa segunda-feira e é comum as pessoas fazerem nos finais de semana.

P1160620(Eu congelando a bunda com a água gelada do rio hehehe)

pai

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Foi uma experiência incrível, muito muito mesmo! A água supergelada nas minhas costas e pés, o sol sobre a minha cabeça e o silêncio da civilização. A gente só ouvia o som dos pássaros, da mata e de água correndo no rio. Em várias partes eu conversava com meu pai, mas em outras tantas a gente ficava no silêncio. Um silêncio delicioso impossível de se experimentar em cidade grande. Aquele silêncio gostoso em que eu poderia ficar por muito muito muito muito tempo sem me sentir mal, pelo contrário.

rio mata e ceu

É lindo ver rio correndo estando nele. Ver as matas nas margens do rio. E ver o céu. Tão lindo. É perfeito. Não tem como não sentir uma espécie de poder superior ali, assim como não tem como não se sentir bem pequeno em meio àquilo. Às vezes a gente se acha tão grande mas na real é tão pequenininho comparado ao resto do universo.

rio mata e ceu 2

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week 23

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P1160658(No meio do rio tinha um banco de areia que dava para ficar em pé assim)

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P1160663(Pai tirou foto de mim coçando o nariz! Estava coçando o ladinho
e não tirando nada de dentro, viu?! hehehe)

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P1160671(No fim da aventura quando chegamos de volta na cidade)

Eu adorei. Foi um ótimo momento da minha vida. :D
***No Flickr tem mais fotos desse dia. ;)

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